sexta-feira, 31 de outubro de 2008

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Saúde Bocal em Animais - Dicas

Saúde Animal - Prevenção Pulgas e Carrapatos

PET SOCIETY EXCELENCIA EM COSMETICOS PARA ANIMAIS

O mercado de produtos estéticos para animais de estimação se assemelha cada dia mais ao voltado para humanos. Cachorros e gatos já podem ter acesso a tratamentos como chapinha e cauterização, além de produtos como corretivo para a região dos olhos, mousse e protetor solar, muito comuns nas nécessaires dos donos. “A idéia é dar conforto aos animais e fazer com que o convívio com o ser humano seja o mais fácil possível”, diz a veterinária Ivana Carvalho, responsável técnica da linha Pet Society, com produtos voltados aos animais de estimação. “Aquela história de que os animais não precisam de um produto especial é antiga”, completa. Os especialistas do setor dizem que a mudança de comportamento dos homens em relação a seus bichos justifica o que pode parecer excesso. Os animais deixaram os quintais para ocupar um lugar de destaque dentro de casa, muito mais próximos dos donos. “Hoje, para que as pessoas consigam conviver com o animal, ele toma banho uma vez por semana”, diz Ivana, acrescentando que essa demanda justificou a criação de linhas cosméticas específicas para os bichos de estimação. Por causa da grande procura nos pet shops, o empresário Ênio Rodrigues decidiu lançar a UniPet, “universidade” que forma tosadores e profissionais de estética animal. “O mercado está crescendo muito e não havia estrutura para formar tosadores, por isso criamos a UniPet”, conta. Rodrigues não tem animal de estimação e também julga exagerada a procura desses tratamentos. “Mas é uma demanda do mercado”, diz. O curso ensina o profissional a lavar, secar, escovar, tosar, fazer tinturas em animais, cauterização, relaxamento de pêlos, chapinha e penteados. Desde a fundação, há dois anos, a “universidade” forma 20 tosadores por mês. Abaixo, seguem alguns produtos e serviços disponíveis para os bichos de estimação. E não estranhe se, em alguns momentos, achar que você também já fez esses tratamentos: Xampus Para o banho, os animais já contam com xampus para pêlos secos, oleosos, escuros, claros, dourados e o feito para os cães e gatos com pele sensível. A formulação do último é semelhante ao xampu criado para filhotes, que não tem perfume e conta com substância para secagem rápida. Depois da lavagem, também existe o condicionador, que hidrata e amacia o pêlo dos bichos. Máscaras para pelagem Os proprietários também podem fazer o controle de volume da pelagem. Se quiser que o gato – um persa, por exemplo - fique com o pêlo mais cheio, existe a máscara de volume DA PET SOCIETY.

Em casos de cães de pelagem lisa, como das raças lhasa apso, yorkshire, maltês e shih tzu, existe a máscara para alisar DA PET SOCIETY. Desembaraçadores A linha também tem produtos para a manutenção do pêlo no período entre os banhos: o mousse e o fluído desembaraçador. “Eles fazem uma ação de remover a eletricidade estática e abrir os nós, o que facilita a escovação”, explica a veterinária. O mousse é indicado para os gatos, já que o barulho do spray do fluído assusta os felinos. A indicação é colocar o produto na mão, espalhar na pelagem e depois pentear com uma escova adequada. Corretivo para olhos As lágrimas causam manchas nas regiões dos olhos dos cães. Por causa disso, foi criado um corretivo para essa área, disponível nas cores marrom, bege, branco e preto. Como os corretivos humanos, a idéia é pintar a região próxima aos olhos para disfarçar a imperfeição. Clareamento Alguns pet shops oferecem clareamento na região dos olhos, manchada pelas lágrimas. É usado um produto químico para descolorir o pêlo, aplicado dentro de uma espécie de copo que evita o contato com os olhos. Tonalizante Os esteticistas de animais também corrigem imperfeições na pelagem, como manchas amareladas nos poodles brancos. Para isso, é usado um tonalizante, disponível em quatro cores. “O produto realça a cor natural do pêlo, pois deposita pigmentos”, explica William Galhardi, esteticista do Pet Center Marginal, na Zona Norte de São Paulo. Cauterização/chapinha A cauterização usa a chapinha para alisar o pêlo. O centro de estética do Pet Center Marginal faz, em média, dez cauterizações por semana. O esteticista explica que a idéia é reconstruir o pêlo do animal com queratina, garantindo brilho. “O efeito de maciez equivale a seis hidratações”, diz. A aplicação começa com um xampu anti-resíduos, sucedido de uma máscara hidratante à base de queratina.

Depois disso, o pêlo é enxaguado, seco e recebe um fluído bifásico. Por último, é aplicada a chapinha em toda a pelagem. “A chapa é de cerâmica, parecida com a usada por humanos. O que é diferente é que a de animais tem controle de temperatura”, diz Galhardi. A veterinária Ivana não recomenda a aplicação de chapinha nos animais. “A chapinha pode danificar o pêlo”, afirma. Caso o proprietário faça questão de usar o recurso, ela recomenda o uso do condicionador para evitar que a pelagem fique quebrada.
Evite arranhões em seu filho e móveis com Soft Claws:São cápsulas anatômicas aplicadas nas unhas dos animais para evitar que eles arranhem os móveis e os donos. “Ela é indicada para casas com crianças pequenas, idosos e pessoas com diabetes, que não podem se ferir. Além disso, evita que os felinos deteriorem o ambiente, como sofás e cortinas”, diz Ivana. A soft claws parece uma unha postiça. A veterinária diz que ela não impede o movimento da unha dos gatos. Depois de 60 dias, entretanto, é necessário retirar a cápsula, cortar as unhas do bicho e reaplicar. “Depois de um determinado tempo, ela pode atrapalhar a pisada, por isso é importante que o dono volte para retirar”, explica. Protetor solar Cães e gatos já podem passar protetor solar fator 30 antes de ir à praia. “O sol bate na areia e faz uma ação reflexa que queima o animal por baixo”, conta a veterinária. De acordo com ela, a indicação é para animais de pelagem clara e locais de baixa pigmentação, principalmente focinho e barriga. O produto tem um sabor amargo, evitando que os animais lambam o protetor. De acordo com Ivana, os animais também podem ter câncer de pele, por isso, é importante a prevenção. Mechas coloridas e esmaltes Os dois produtos estão disponíveis no mercado há alguns anos. No caso das mechas, elas saem na primeira lavagem. A tintura para as mechas é muito procurada em épocas festivas como Copa do Mundo e carnaval. Os esmaltes podem ser encontrados em pelo menos oito cores.

Toda a linha Pet Society está disponível na loja virtual Planeta Megamix

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Pet Shop Virtual - Loja Planeta Megamix


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Depressão também pode atingir animais de estimação

Depressão também pode atingir animais de estimação
Erika JodasEspecial para o Diário
O veterinário Roberto Chiuvitti tem quatro gatos e um cachorro e sempre trabalhou fora. Sua esposa Verônica era quem passava mais tempo com os bichos, pois só trabalhava meio período. Depois que Verônica abriu um salão de cabeleireiro, o casal começou a notar pêlos caídos no chão de sua casa, como se tivessem sido cortados.
O problema era com Isack, oito anos, o primeiro gato do casal. O animal estava sofrendo de estresse por solidão. "Isso acontece só quando não estamos em casa. Ele se auto-mutila", conta Chiuvitti, gerente do pet shop Cobasi de São Bernardo.
Passar quase o tempo todo fora de casa, viajar, não dar atenção ao bichinho: são muitos os fatores e traumas que podem levar o animalzinho doméstico a um estado depressivo. Se o distúrbio de comportamento não for diagnosticado prontamente, pode chegar a depressão.
De acordo com a veterinária Sandra Suguieda, assim como os seres humanos, animais também têm sentimentos. "Eles sentem ciúmes, sentem solidão", explica. Ela atenta, porém, que é necessário ter cautela antes de diagnosticar uma mudança de comportamento como depressão. Na maioria das vezes, segundo Sandra, trata-se apenas de uma alteração passageira ou de estado depressivo.
Animais que passam muito tempo sozinhos têm mais tendência a esse estado depressivo. "É preciso que o dono fique atento às atitudes do seu animal", alerta Sandra. Segundo a médica, esse comportamento ocorre, na maioria das vezes, quando o animal se sente dependente do dono ou quando o dono viaja e começa a trabalhar, por exemplo. Nesses casos, o pet não come, fica o dia inteiro dormindo ou destrói acessórios da casa.
É o caso da publicitária Marcela Pinheiro. Logo após casar, ela e o marido ganharam o cãozinho Afonso, hoje com um ano e meio. O casal fica fora o dia inteiro e, por esse motivo, Afonso começou a arrancar os próprios pêlos, além de estragar cortinas e tapetes. "Tinha que tosá-lo porque dava pra ver os buracos nos pêlos", conta Marcela. "Tivemos que tirar tudo do alcance dele, porque ele estragava tudo", completa.
O que fazer? - Nesses casos, o melhor a fazer é mudar o comportamento de todos que convivem com o animal. O veterinário Fábio Figliori relata que a companhia do dono é imprescindível, principalmente quando se trata de cães. "Essas mudanças de comportamento são mais visíveis em raças de pequeno porte", conta Fábio.
Marcela viu uma melhora significativa quando começou a dar mais atenção a Afonso. Ela começou a levar o maltês, aos finais de semana, na casa da mãe que tem uma cadela. "Ele mudou muito o comportamento", relata Marcela, que também começou a espalhar brinquedos pela casa. "Ele lambia muito as patinhas, mas agora parou".
Outra solução que o veterinário Fábio indica é o uso dos florais, que podem ajudar a amenizar essa ansiedade dos animais. "Alguns veterinários adotam esse método. Homeopatia é uma opção", explica.
Viagens - Para quem precisa viajar com freqüência e não tem com quem deixar o bichinho de estimação, a veterinária Sandra Suguieda dá algumas dicas.
Se o dono for deixar o animal em um hotelzinho, deve-se certificar se o local tem atividades para que o cão ou gato não se sinta deprimido ou sozinho. "O ideal seria que tivessem contato com outros animais da mesma espécie e com pessoas também", orienta.
Deixar o pet com uma pessoa de confiança também é importante para que ele não se sinta abandonado. O ideal é que essa pessoa brinque com ele e também dê atenção. "O importante é a companhia", aconselha Sandra.
Com os gatos, a situação é um pouco diferente. Eles não necessitam tanto de companhia, só de alguém que cuide da sua higiene.
Por último, uma orientação importante: cães e gatos devem ficar em hotéis diferenciados.
Fonte: Diário do Grande ABC

domingo, 24 de agosto de 2008

Gato: o rei da personalidade


Gato: o rei da personalidade:Eles têm ameaçado a coroa dos cães. São tão companheiros quanto os caninos, mas, não exigem atenção 24 horas e, de quebra, fazem menos barulho e sujeira



Ser o melhor amigo do homem não é mais um mérito exclusivo dos cães. A ‘honra’ do título tem passado para as mãos, ou melhor, patas de um histórico rival: o gato. Sim, justo aquele felino conhecido por gostar mais da casa do que dos donos (o que não é verdade). Muito do que se fala sobre ele é puro mito. Os aficionados por gato garantem: esse bichano também ama os protetores, é carinhoso e companheiro.
“A diferença é que, como são mais independentes do que os cães e dormem em média 16 horas por dia, eles lidam melhor com a ausência dos donos”, explica a veterinária Heloisa Justen Moreira de Souza, da Clínica Gatos e Gatos, a primeira do país dedicada exclusivamente aos cuidados desses mascotes. Mas nada disso impede que o seu gatinho siga você pela casa, queira brincar e insista em dormir na sua cama. Muita gente já descobriu isso.
Segundo Heloisa, no mercado de pets dos Estados Unidos e da Europa, a venda de gatos ultrapassam a dos cachorros. No Brasil, não há números oficiais sobre o aumento do interesse pelos bichanos, mas já existem indícios. “Antes só havia a minha clínica de gatos. Hoje, elas já somam seis, inclusive em Porto Alegre, Blumenau, Curitiba, Vitória e São Paulo”, diz a veterinária.
Eles já foram considerados bruxos e perseguidos na Idade Média e até hoje há quem passe longe de um gato preto, ou maltrate o animal, para afastar o azar. Desculpem, mas é pura superstição, sem fundamento. O amor pelos felinos aumentou a expectativa de vida deles: que passou de apenas dois anos de idade para 15 anos em média. “As clínicas veterinárias já oferecem até exames para check-up anual de gatos geriátricos (felinos idosos com mais de sete anos). Eu mesma já atendi um gatinho com 25 anos”, comemora Heloisa Justen.
Além disso, ninguém duvida que os miados dentro de casa são menos incômodos do que os latidos. “Os felinos são perfeitos, não fazem barulho e ninguém precisa levá-los para passear”, explica Heloisa. Eles também são mais higiênicos, por natureza: basta comprar caixinhas com areia sintética em qualquer pet shop. Eles nunca utilizam outro lugar para suas necessidades.


Gato: o rei da personalidade
Eles têm ameaçado a coroa dos cães. São tão companheiros quanto os caninos, mas, não exigem atenção 24 horas e, de quebra, fazem menos barulho e sujeira

Reportagem: Daniela Talamoni
Ser o melhor amigo do homem não é mais um mérito exclusivo dos cães. A ‘honra’ do título tem passado para as mãos, ou melhor, patas de um histórico rival: o gato. Sim, justo aquele felino conhecido por gostar mais da casa do que dos donos (o que não é verdade). Muito do que se fala sobre ele é puro mito. Os aficionados por gato garantem: esse bichano também ama os protetores, é carinhoso e companheiro.
“A diferença é que, como são mais independentes do que os cães e dormem em média 16 horas por dia, eles lidam melhor com a ausência dos donos”, explica a veterinária Heloisa Justen Moreira de Souza, da Clínica Gatos e Gatos, a primeira do país dedicada exclusivamente aos cuidados desses mascotes. Mas nada disso impede que o seu gatinho siga você pela casa, queira brincar e insista em dormir na sua cama. Muita gente já descobriu isso.
Segundo Heloisa, no mercado de pets dos Estados Unidos e da Europa, a venda de gatos ultrapassam a dos cachorros. No Brasil, não há números oficiais sobre o aumento do interesse pelos bichanos, mas já existem indícios. “Antes só havia a minha clínica de gatos. Hoje, elas já somam seis, inclusive em Porto Alegre, Blumenau, Curitiba, Vitória e São Paulo”, diz a veterinária.
Eles já foram considerados bruxos e perseguidos na Idade Média e até hoje há quem passe longe de um gato preto, ou maltrate o animal, para afastar o azar. Desculpem, mas é pura superstição, sem fundamento. O amor pelos felinos aumentou a expectativa de vida deles: que passou de apenas dois anos de idade para 15 anos em média. “As clínicas veterinárias já oferecem até exames para check-up anual de gatos geriátricos (felinos idosos com mais de sete anos). Eu mesma já atendi um gatinho com 25 anos”, comemora Heloisa Justen.
Além disso, ninguém duvida que os miados dentro de casa são menos incômodos do que os latidos. “Os felinos são perfeitos, não fazem barulho e ninguém precisa levá-los para passear”, explica Heloisa. Eles também são mais higiênicos, por natureza: basta comprar caixinhas com areia sintética em qualquer pet shop. Eles nunca utilizam outro lugar para suas necessidades.